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Governos argentino e brasileiro estudam padronizar veículos para os dois mercados

Conversa no G20, em Buenos Aires, pode acabar com modificações de um mercado para o outro e baratear o carro em até 5%

Pode não parecer, mas carros feitos para o Brasil e para a Argentina podem ter mais de 200 diferenças de especificação. E essas modificações deixam tudo mais complicado: do projeto à produção. E por que o Mercosul nunca pensou em unificar as exigências legais para os mercados dos países membros nestes mais de 25 anos de acordo? Boa pergunta. Mas parece que alguém finalmente teve a brilhante ideia de sugerir que isso seja feito durante a reunião do G20 em Buenos Aires.

 

A demanda antiga das fabricantes finalmente está na pauta dos dois governos, de acordo com uma reportagem do Estadão. O ministro da Indústria, Comércio e Serviços, Marcos Pereira, confirmou as negociações e disse que grupos de trabalho se reúnem a cada dois meses para alinhar os marcos regulatórios de diversos setores: automotivo, de medicamentos, brinquedos, alimentos e bebidas, proteína animal, equipamentos médicos etc. A joia da coroa é a indústria automotiva, pela complexidade de seus produtos.

Se a ideia for para a frente, e não levar mais 20 anos para se concretizar, é possível que fique até 5% mais barato produzir um carro nos dois países. Sabiamente, Pereira não prometeu que o preço também cairia nessa proporção. Afinal de contas, é preciso que a economia seja repassada ao consumidor. E essa é prática rara no mercado brasileiro.

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