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Guia de compra KBB: hatches aventureiros

Confira os destaques positivos e negativos dos modelos dessa categoria

Os SUVs são os grandes queridinhos do mercado neste momento. Grande parte do público prefere esse tipo de carro especialmente pela sensação de segurança da rodagem mais alta proporciona. No entanto, nem todo mundo precisa de um carro desse. 

Há uma solução no mercado para rodar com carros um pouco mais altos que os convencionais, mas com dimensões consideravelmente menores que os utilitários esportivos. São os hatches aventureiros. Neste Guia de Compra Kelley Blue Book, iremos destrinchar o que oferecem os cinco principais produtos nessa categoria. 

Se você ainda não conhece nosso Guia, por aqui trazemos detalhes e opções de carros novos e seminovos, detalhando os principais pontos negativos e positivos, bem como suas fichas técnicas. Já tivemos aqui carros populares por até R$ 30 milsedãs médios por até R$ 60 milSUVs compactos por até R$ 70 mil e SUVs médios por até R$ 100 mil. Além de carros como Volkswagen PoloFiat ArgoPeugeot 208Honda Fit, entre outros. Neste caso em específico, trataremos das versões mais caras desses hatches, sempre com câmbio automático. 

Fiat Argo Trekking 

O Argo em si chegou causando boas impressões. Bem acabado, acertado dinamicamente, acabamento acima do comum na categoria e espaço razoável. Tudo isso se aplica na versão aventureira, apenas o motor 1.8 e.Torq com 139 cv e 19,3 kgfm de torque poderia ser mais eficiente. O hatch até anda bem, mas bebe combustível na mesma proporção. O motor 1.3 FireFly de 109 cv é consideravelmente melhor, mas não possui opção de câmbio automático. 

Por R$ 69.990, o Trekking 1.8 AT entrega itens como ar-condicionado, direção elétrica, computador de bordo com tela TFT de 3,5", rodas de liga-leve (que são opcionais no 1.3), central multimídia Uconnect com tela de 7" sensível ao toque e compatível com Android Auto e Apple CarPlay, vidro dianteiros e traseiros elétricos, retrovisores elétricos, faróis de neblina, volante e bancos com regulagem de altura e luz guia de LED. A configuração manual sai por R$ 62.790. 

Há uma quantidade razoável de opcionais para deixar o carro ainda mais equipado: câmera de ré (R$ 990) e pacotes como o Tech (quadro de instrumentos 7" em TFT, ar-condicionado digital, retrovisores externos com rebatimento elétrico e luz de conforto, keyless entry'n'go, sensor de chuva e crepuscular e retrovisor interno eletrocrômico por R$ 3.530) e Stile (apoio de braço no banco do motorista, volante revestido em couro, piloto automático, câmbio tipo borboleta com trocas de marchas atrás do volante, bancos revestidos em couro ecológico e banco traseiro bi partido, por R$ 2.900) 

A grande falha está na ausência de um maior número de airbags e a não oferta de controles de estabilidade e tração, nem mesmo como opcionais. No entanto, o Argo Trekking se destaca pela altura do solo, são 21 cm, mais do que qualquer concorrente. 

Ford Ka Freestyle 

Em seu lançamento, o Ka prometia uma pequena revolução em equipamentos. Afinal, tinha até sete airbags, central multimídia que chamava a emergência em caso de acidente e devia pouco em relação aos concorrentes. O tempo passou e a Ford foi tirando esses itens. Agora são quatro airbags e a central perdeu essa função. 

Jogam contra o Ka o espaço e o acabamento, mas dinamicamente é o mais acertado desse grupo. O motor 1.5 de 136 cv e 16,1 kgfm de torque são bem ajustados. A transmissão trabalha quase sempre com boas tomadas de decisões e pouco ruído. O sucesso foi tão grande que a marca lançou um 1.0, que atualmente custa R$ 60.590. 

Já o automático sai por R$ 68.490 e possui ar-condicionado, direção elétrica, vidros elétricos nas quatro portas, travas elétricas, retrovisores elétricos, faróis de neblina, banco traseiro bipartido, central multimídia SYNC 2.5 com tela de sete polegadas touchscreen e funções como Bluetooth, espelhamento de celulares via Android Auto e Apple CarPlay, câmera de ré, sensor de estacionamento traseiro, rodas de liga leve de 15 polegadas, volante multifuncional, bancos parcialmente revestidos em couro mesclados com tecido, quatro airbags (frontais e laterais), freios ABS, controles de tração e estabilidade, assistente de partida em rampa e sistema anticapotamento.

Hyundai HB20X

Trocar de geração trouxe ônus e bônus para o HB20X. A desvantagem está no visual polêmico. Muito parecido com o conceito SAGA, o hatch causou polêmica em seu lançamento. No entanto, evoluiu em equipamentos, qualidade de rodagem e acabamento.

É o único da categoria a trazer itens como sistema de alerta e frenagem autônoma e alerta de mudança de faixa. No entanto, perdeu a chance de entregar ainda mais ao optar por manter o motor 1.6 de 130 cv e 16,6 kgfm de torque em detrimento do 1.0 turbo. 

Entre os itens, o modelo que custa R$ 77.990 (parte de R$ 63.990 nas versões mais simples) possui direção elétrica, ar-condicionado digital, central multimídia, banco do motorista com ajuste de altura, retrovisores elétricos, faróis de neblina, rodas de 16 polegadas, controles de estabilidade e tração, assistente de partida em rampas, piloto automático, apoio de braço para o motorista, limitador de velocidade, painel de instrumentos com tela digital, volante de couro, vidros elétricos nas 4 portas, volante com regulagem de altura e profundidade, sensores de estacionamento traseiros, bancos de couro, sistema de alerta e frenagem autônoma, alerta de mudança de faixa e monitoramento de pressão dos pneus.

Renault Stepway 

O Sandero não trocou de geração, mas recebeu uma boa reestilização, tornando o visual mais harmonioso. No entanto, os antigos problemas, como o acabamento, seguem presente. O que também segue presente são as qualidades, como o baixo custo de manutenção e o ótimo espaço. 

Outra notícia boa é a introdução do câmbio automático do tipo CVT. O motor é sempre o 1.6 SCe de quatro cilindros de 118 cv e 16 kgfm. O desempenho não é um grande destaque, mas atende ao necessário nessa categoria. 

Entre os itens da versão que custa R$ 80.790, há quatro airbags (dois frontais e dois laterais), Isofix, sensor de estacionamento, direção eletro-hidráulica, ar-condicionado, faróis de neblina, Stop&Start, central multimídia controle eletrônico de estabilidade (ESC), assistente de partida em rampas (HSA), ar-condicionado automático, câmera de ré, vidros traseiros elétricos, retrovisores elétricos, piloto automático (controlador e limitador de velocidade)m bancos de couro, sensor de chuva, sensor de luminosidade e rodas de liga leve 16 polegadas diamantadas. 

Toyota Yaris X-Way

O Yaris X-Way tem um problema claro: ele é aventureiro apenas no visual. Não há altura maior do solo em relação às demais versões e o conjunto de suspensão é exatamente o mesmo. Apesar disso, mantém bons predicados do Yaris. 

O conjunto de motor e câmbio CVT agrada pela suavidade do funcionamento. Apesar do motor render apenas 110 cv e 14,9 kgfm de torque, a transmissão sabe tirar o melhor proveito e deixar o Yaris ágil no trânsito. 

De série, o Yaris aventureiro conta com ar-condicionado digital, retrovisores elétricos com sistema de rebatimento elétrico, vidros e travas elétricos, controle de tração e estabilidade, assistência de partida em rampa, faróis de neblina dianteiros e traseiros, faróis com regulagem elétrica de altura, acendimento automático, bancos revestidos de couro, computador de bordo com tela de 4,2 polegadas, câmera de ré, chave do tipo presencial e central multimídia com tela sensível ao toque. O problema é o preço: R$ 86.990.

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