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Honda Accord híbrido chega no segundo semestre fazendo até 17,6 km/l

Sedã será o primeiro de três lançamentos com motorização híbrida da marca até 2023

Prometido no fim de 2019 e atrasado pela pandemia de Covid-19, o primeiro híbrido da história da Honda no Brasil finalmente está para chegar. O Accord será o primeiro de três lançamentos com motorização híbrida até 2023. O sedã só chega às lojas no início do segundo semestre, mas a fabricante já divulgou suas especificações.

Visualmente, o Accord chega atualizado. Há grade, para-choque e faróis de neblina de LED novos. Na lateral, a silhueta segue igual, mas com novas rodas de 17 polegadas. Na traseira, apenas um novo acabamento na parte inferior do para-choque.

O interior ganhou central multimídia com conexão sem cabos para Android Auto e Apple CarPlay, além de carregar por indução para smartphone com mais potência. O painel de instrumentos tem novos gráficos e os passageiros do banco traseiro contam com duas entradas USB.

A motorização híbrida aplicada pela Honda é similar a presente no Toyota Prius. Portanto, apesar de ter baterias, elas são capazes de movimentar o veículo por pouco quilômetros. A tecnologia foi batizada de e:HEV e conta com três motores: dois elétricos, sendo que só um deles traciona o veículo, e um 2.0 de ciclo Atkinson, que raramente traciona o veículo. Segundo o Inmetro, o sedã faz 17,6 km/l na cidade e 17,1 km/l na estrada. 

Os modelos raramente tracionam o carro em conjunto, por isso, a Honda se quer divulga a potência combinada. O motor 2.0 16V aspirado tem 135 cv e 17,8 kgfm de torque, enquanto o elétrico tem 184 cv. Como a capacidade da bateria é pequena, o motor a combustão é essencialmente usado como um gerado de energia. Ele só é usado para ajudar o desempenho em velocidades mais altas.

Diante de tudo isso, o Accord tem três modos de direção: EV Drive (usando energia da bateria para acionar o motor elétrico), Hybrid Drive (motor a combustão envia energia para o gerador, que carrega a bateria e gera eletricidade para o segundo motor elétrico) e Engine Drive (motor a combustão fica diretamente conectado às rodas, como em um carro comum).

O câmbio foi batizado de e-CVT, no entanto, na prática, não é continuamente variável. Na realidade, o sistema liga o 2.0 diretamente às rodas e nunca o faz quando o motor elétrico está tracionando o sedã. Assim como em outros híbridos, há regeneração de energia quando o motorista alivia o pé do acelerador ou aciona o freio.

A Honda não divulgou os preços, mas o sedã já é vendido por R$ 267 mil sem a tecnologia híbrida, portanto, é provável que encoste nos R$ 300 mil.

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