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Nova geração do Corolla estreará como hatchback híbrido no Salão de Genebra

Novo sistema híbrido da empresa, chamado THS II, promete mais eficiência e reforça rumores de um Corolla híbrido

O Salão de Genebra terá pelo menos uma novidade que interessa bastante aos consumidores brasileiros. Não em si mesma, já que nunca tivemos por aqui o Corolla hatchback, chamado por lá de Auris, mas sim pelo que ele revelará. A terceira geração do Auris colocará o Corolla sobre a famosa plataforma modular da Toyota, a TNGA. E não só isso: será também o modelo que estreará o THS II (Toyota Hybrid System), que agora usa um motor 2.0 e é mais eficiente que o usado pelo Prius atual, com motor 1.8. Diversos Prius em testes no Brasil estariam sendo utilizados para criar o primeiro híbrido flex do mundo. Com o uso do motor 2.0, que a Toyota já adota no Corolla e que já é flex, apostamos que esses Prius estão, na verdade, com o novo sistema híbrido da marca. Vale lembrar que o híbrido já usa a plataforma modular que o Corolla terá no ano que vem.

O THS II tem uma série de vantagens sobre o sistema atual. Ele tem uma PCU (Power Control Unit, ou unidade de controle de potência) mais compacta e eficiente e um alternoarranque também menor e de alta eficiência, com um sistema de transmissão auxiliar próprio. A economia de espaço permite que o raio de esterço dos carros seja maior, o que os torna mais fáceis de manobrar. O pacote de baterias, também menor e mais leve, consegue ter o mesmo poder do anterior, com mais células (180 contra 168). O novo THS II para todos os sistemas quando o carro fica imóvel, o que gasta menos energia. Também tem um sistema mais eficiente de regeneração de frenagens. A Toyota também promete acelerações mais fortes e lineares. 

Todo o conjunto é auxiliado por uma nova CVT, chamada de Direct Shift-CVT. Ela tem uma série de aperfeiçoamentos, mas o mais interessante é o fato de essa CVT ter marchas, para melhorar a eficiência de transmissão de marchas mais baixas. Em outras palavras, o câmbio começa a funcionar com marchas convencionais e passa para o sistema de polias quando ele for mais conveniente. Com isso, as polias podem ser menores e mais leves. Algo que torna a nova transmissão tanto mais divertida, com acelerações mais ágeis, quanto mais econômica.

Por fim, o próprio motor 2.0 não é exatamente como o usado pelo Corolla atual. A Toyota o batizou de Dynamic Force Engine e lhe deu um sistema de injeção direta que funciona em parceria com a injeção indireta. Em cargas baixas e médias, os dois atuam juntos para melhorar a taxa de admissão de ar e combustível. Em cargas altas, só a injeção direta é utilizada, o que aumenta a compressão e a velocidade de admissão. A taxa de compressão também é mais alta. Tudo isso é aliado a um curso mais longo de expansão que o de compressão, algo chamado de ciclo Atkinson pela Toyota. No conjunto, a fabricante promete uma eficiência energética acima de 40% para o motor Dynamic Force.

Se tudo isso vier também para o Brasil, ainda que apenas em uma eventual (e muito provável) versão híbrida do Corolla, espere por uma popularização ainda mais alta dos sistemas híbridos do que o Prius vem promovendo hoje no Brasil. Não custa lembrar que o modelo foi o grande responsável por vendas 3 vezes maiores de elétricos e híbridos no país em 2017.

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