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Papo de usado KBB™ - Honda Fit (primeira geração)

Conheça defeitos e virtudes do modelo usado com as dicas do especialista em usados Alexandre Ule Ramos, da Agência Carro Verdade

Lançado em abril de 2003, como modelo 2004, o Honda Fit – conhecido nessa geração pelo código GD - foi o segundo produto da Honda para o Brasil. Foi a primeira geração do Fit no Brasil e no mundo, tendo surgido no exterior em 2001. E de cara, por lá, já levou o título de Carro do Ano no disputadíssimo mercado japonês. A Honda realmente caprichou. Com um formato de monovolume pequeno, apresenta grande versatilidade em seu interior graças ao sistema de bancos ULT, que significa “Utility Long Tall”, ou “utilitário longo e alto”. O sistema oferece 10 configurações diferentes e transforma o carro em um verdadeiro furgão de carga.

Inicialmente foi oferecido com o motor 1.4 de duas válvulas por cilindro e 80 cv de potência, apenas a gasolina. Nas versões LX e LXL. Todos vinham com conjunto elétrico (acionamento dos vidros, travas e espelhos), direção assistida e ar-condicionado. Dessa forma, não existe Fit dessa geração – ou de qualquer outra – sem esses equipamentos. Não existe então o risco de se comprar um carro “pelado” acidentalmente, uma ocorrência muito mais comum do que se imagina.

O câmbio poderia ser manual de cinco marchas ou do tipo CVT. Em fevereiro de 2005, surge a versão top EX, cuja diferença era ser equipada com o motor 1.5 VTEC de 105 cv, com quatro válvulas por cilindro, apenas movido a gasolina. A única diferença ficava por conta de um adesivo VTEC, além de um pingo azul na palavra Fit, inscrita na tampa do porta-malas, pois na 1.4 ele era vermelho.

Honda Fit

A linha 2007 trouxe nova grade, para-choque redesenhado e repetidores de piscas nos espelhos, além do esperado motor 1.4 Flex. Em janeiro de 2008, surge a versão 1.5S, com apenas 1.000 unidades produzidas. E o carro deixa espaço para o seu sucessor, o novo Fit.

É um modelo de pouquíssimos defeitos. Todos eles muito fáceis de resolver e nada graves. Problemas como suspensão dianteira considerada dura, um pouco sensível para o piso brasileiro, que apresenta desgaste acentuado das buchas. Os vidros das primeiras unidades trepidavam quando estavam no meio do curso nas portas. As primeiras unidades também apresentaram entrada de água nos faróis. Entre os cuidados que têm de ser tomados no de dias de hoje, é importante verificar se o óleo do câmbio foi com trocado criteriosamente, pois o câmbio CVT apresenta dois filtros que não podem ser trocados e que entopem precocemente quando o óleo não é trocado adequadamente.

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