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Sem retorno, VW Passat americano 2020 passa só por reestilização

Segmento, abandonado pela Ford e enfraquecido na GM, continua a contar com esforços da VW, mas com comedimento...

A Ford anunciou em abril do ano passado que só venderia picapes e SUVs no mercado norte-americano. Algo que muito analista achou uma loucura, despropósito total, mas que a GM acompanhou quase no final de 2018 ao anunciar uma grande reestruturação. A verdade é que ninguém mais quer saber de sedãs nos EUA. Ou só quer saber de sedãs japoneses, como o Toyota Camry e o Honda Accord. A Volkswagen, que tentou comer esse mercado pelas beiradas, é prova disso. Depois de lançar nos EUA, em 2011, um sedã exclusivo para o mercado americano, ela apresentará em 2019 uma reestilização do carro, ainda que bastante profunda. A que você pode ver aqui em fotos vazadas na internet antes da revelação oficial do modelo no Salão de Detroit.

O Passat NMS (New Midsize Sedan) tinha 4,87 m de comprimento, 1,83 m de largura, 1,47 m de altura e 2,80 m de entre-eixos. E tinha uma grande variedade de motorizações, de um 1.4 turbinado a um V6 3.6, insuficientes para que ele vendesse muito mais do que 40 mil unidades no ano passado aos americanos, um número considerado bastante baixo para os padrões daquele mercado. O novo terá uma oferta menor de motores, basicamente os 1.4 e 2.0 turbinados, e talvez seja um pouco maior que o atual. Se tiver mudança no entre-eixos, poderá ser considerado como uma nova geração, ainda que com a mesma plataforma. O Salão de Detroit nos permitirá conhecer a extensão das mudanças. E talvez confirmar o triste declínio de uma das carrocerias mais clássicas do mundo automotivo no segundo mercado mais importante do mundo.

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