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Avaliação KBB™ - Peugeot 208 não é manco, bebe pouco, mas é caro

Versão Active Pack entrega bom conteúdo, desempenho e consumo adequados, mas pesa no bolso

A nova geração do Peugeot 208 chegou ao Brasil causando impacto positivo pelo design e negativo pelo preço. Além disso, do seu lançamento, em setembro, até o momento foram alguns aumentos. A versão avaliada, Active Pack, saiu dos R$ 82.490 para atuais R$ 87.090.

Feito sobre a nova plataforma CMP, o 208 ficou 8,3 cm maior no comprimento, enquanto na largura ganhou 4,3 cm. Já a altura caiu 2 cm e o entre-eixos se manteve praticamente o mesmo. O porta-malas tem 26 litros a menos que a geração anterior. Em número totais, o 208 tem: 4,05 metros de comprimento, 1,74 m de largura, 1,45 m de altura, 2,54 m de entre-eixos e 311 litros de porta-malas. Apesar do crescimento, a nova plataforma conferiu dirigibilidade ainda mais apurada ao compacto. O peso caiu de 1.200 kg para 1.178 kg.

No interior, o conceito i-Cockpit foi aprimorado. O volante agora tem a base e a parte superior achatadaa, mas continua sendo posicionado para que o cluster seja visto por cima. Para motoristas mais baixos essa é uma questão mais delicada, uma vez que é necessário subir um pouco o banco para visualizar o painel de instrumentos.

Em compensação, a empunhadura do volante é exemplar, enquanto a comunicação entre a barra de direção e as rodas é feita de maneira muito direta e precisa. Um leve movimento no volante é suficiente para esterçar as rodas dianteiras nas mesmas proporções.

A convivência no interior também é boa. Há uma boa oferta de porta-objetos, com destaque para a prateleira na parte da frente da alavanca do câmbio, que nesta versão não tem o carregador por indução presente na topo de linha Griffe. Em compensação, o espaço é bom na dianteira e apenas razoável na parte traseira.

Confortável e desempenho razoável

A suspensão é bem acertada, garantindo boa filtragem dos buracos nas ruas sem comprometer a estabilidade do hatch. Colocando em parâmetro com os rivais, o nível de atuação é similar ao do Volkswagen Polo e mais firme que Toyota Yaris e Fiat Argo, por exemplo.

Já sob o capô, uma das maiores polêmicas do 208. Aguardado com o 1.2 turbo, o hatch chegou apenas com o já conhecido 1.6, que com a última atualização passou a entregar 118 cv e 15,2 kgfm quando abastecido com etanol. O câmbio também foi mantido, é o Aisin automático de 6 marchas.

A relação entre câmbio e motor é razoável, especialmente por conta de uma demora de resposta do acelerador. Em situações de acelerações ríspidas, o câmbio demora a responder e efetuar a redução de marchas para dar fôlego ao motor.

Depois de embalado, o Peugeot 208 vai bem. Segundo os testes da Quatro Rodas, ele leva 12 segundos para chegar aos 100 km/h, mas apenas 6,7 s para sair dos 60 km/h e retomar aos 100 km/h. O que confirma essa senação e mostra que o desempenho é bom para a proposta. E tudo isso com um bom nível de consumo, ainda de acordo com a revista: 11,4 km/l na cidade e 15,8 km/l na estrada, sempre com gasolina, níveis comparáveis aos motores 1.0 turbo. 

O grande apelo de compra fica realmente para o design, que inegavelmente se distingue dos rivais. No entanto, no patamar atual de preços, com R$ 88.010 é possível levar um Polo Comfortline com pacote Tech, que é mais equipado que o francês e ainda é conta com o desempenho do motor turbo.

Veja nossa avaliação em vídeo do 208 Griffe

Confira o comparativo com Volkswagen Polo e Toyota Yaris:

 Ficha técnica

 

Avaliação Profissional KBB
4 de 5
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