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SUVs preto e prata desvalorizam menos? KBB mostra que não é bem assim

Estudo da KBB Brasil aponta qual é o impacto médio das cores na desvalorização de utilitários seminovos e usados

Os SUVs são os grandes queridinhos do mercado brasileiro no momento, mas não é por isso que eles são imunes a vários mitos difundidos entre os consumidores de automóveis. Dentre estas máximas repetidas à exaustão no mercado, está o fato de que, para preservar o valor residual do carro, ele deve ser sempre branco, prata ou preto. Contudo, a KBB Brasil mostra que, ao menos em relação aos SUVs, a realidade não é tão restritiva assim.

A KBB Brasil realizou um levantamento sobre o quanto as cores podem impactar nos preços de carros seminovos e usados. A pesquisa levou em conta apenas 9 grupos de cores: amarelo, azul, branco, cinza, marrom, prata, preto, verde e vermelho. Cores muito próximas destas matrizes ou consideradas “exóticas” (isto é, de pouca amostragem) – tais como laranja, rosa, dourado, bege, roxo, vinho e bronze – foram incluídas em grupos citados acima.

Outro critério do estudo foi determinar o comportamento da cor branca no mercado como o referencial para todas as outras, a fim de medir o impacto médio das cores nos preços. A escolha pelo branco foi motivada por ser a segunda mais presente nas amostras coletadas pela KBB Brasil e por estar contida em mais tipos de pintura (sólida, metálica e perolizada). A partir desta base, apresentamos o quanto os SUVs ganham ou perdem valor de acordo com a cor da carroceria. Por exemplo, se um SUV compacto, em determinada região, é vendido na cor branca por R$ 80 mil e na cor prata ele perde -0,5% de valor, ele será vendido, em média, por R$ 79.600. Por outro lado, se a cor vermelha causa uma valorização de 0,5% no preço, ele terá preço médio de R$ 80.400. 

Entre os SUVs compactos, há tendência de perda de valor com a prata (-0,02%), preto (-0,46%), verde (-0,48%) e azul (-0,98%). Por outro lado, outras cores podem valorizar o carro, sendo o marrom uma delas, que se destaca com valorização média de 0,48%. Esta possibilidade positiva no preço do SUV compacto também ocorre com cinza (0,12%), amarelo (0,26%) e vermelho (0,43%). Lembrando que os valores de referência são baseados nos SUVs compactos brancos. 

Entre os SUVs médios a situação muda um pouco. Apenas vermelho (0,10%) e marrom (0,13%) tendem a valorizar frente aos modelos brancos. A maior tendência de desvalorização neste caso ocorre com a cor verde (-0,89%) e, surpreendentemente, com o preto (-0,46%). Na sequência, aparecem azul (-0,35%), amarelo (-0,34%), prata (-0,33%) e cinza (-0,22%). 

Já entre os SUVs grandes o cenário muda totalmente de figura. Apenas a cor verde possui tendência positiva de 0,86% em relação aos modelos brancos. Neste caso, entre as cores mais comuns, o amarelo lidera a tendência de desvalorização com -1,24%. Em seguida aparecem azul (-1,18%), prata (que tem a maior desvalorização para essa cor em toda a pesquisa de SUVs, com -0,96%), vermelho (-0,73%), preto (-0,67%), marrom (-0,42%) e cinza (-0,31%).

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