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Guia de compra KBB: Chevrolet Onix

De olho em um Onix usado? Listamos as principais vantagens e desvantagens dele para você

O Chevrolet Onix está no centro das atenções. Seja pela polêmica com o recall do Onix Plus, ou ainda pelo lançamento da nova geração da versão hatch que se aproxima, conforme noticiamos ontem. Fato é que o modelo é o mais vendido do Brasil há quatro anos consecutivos e cada vez mais as pessoas buscam por ele no mercado de usados. 

Muita gente está de olho para ter o Onix como primeiro carro ou até mesmo para substituir o que já está na garagem. Pensando nisso, elaboramos o primeiro Guia de Compras KBB. Aqui falaremos de maneira geral das características dos modelos anlisados e daremos dicas de quais versões valem mais a pena. 

DESEMPENHO

CONFORTO INTERNO

EQUIPAMENTOS E TECNOLOGIA

PRÓS E CONTRAS

QUAL VERSÃO COMPRAR?

O personagem de hoje, como já ficou claro, é o Onix. Com exceção de valores, o texto acaba também servindo ao Prisma de segunda geração, que é baseado no hatch e atualmente vendido como Joy Plus. Sem mais delongas, vamos destrinchar o Chevrolet Onix.

DESEMPENHO

Não espere um desempenho impressionante no Chevrolet Onix, seja com motor 1.0 ou com o 1.4. Apesar disso, a desenvoltura é bem razoável e, considerando a idade dos projetos, são eficientes. Não há defeitos crônicos que se tenha conhecimento e a manutenção é relativamente simples. 

O motor menor rende 78 cv com gasolina e 80 cv com etanol, sempre a 6.400 rpm. O torque aparece um pouco mais cedo, a altos 5.200 rpm, sendo que no combustível vegetal o rendimento é de 9,8 kgfm e no combustível fóssil cai para 9,5 kgfm. Já o propulsor de maior litragem rende 98 ou 106 cv a 6.000 rpm, com vantagem sempre para o etanol. A curva de torque tem seu ponto máximo a 4.800 rpm, variando entre 13 e 13,9 kgfm. 

Podemos considerar ambos os motores econômicos, mas há uma importante mudança no meio da tragetória do Onix. Quando recebeu uma atualização visual de meia vida, no final de 2016, o modelo trocou o câmbio manual de cinco marchas por um de seis posições. Com isso, segundo o Inmetro, o compacto ficou até 14% mais econômico. Confira na tabela abaixo:

CONFORTO INTERNO

Em termos de conforto, o Onix entrega uma suspensão bem ajustada, capaz de filtrar bem as imperfeições do asfalto brasileiro e não comprometer a estabilidade em curvas ou velocidades mais altas. No entanto, a posição de dirigir não é das melhores. O banco é posicionado extremamente alto, dando a sensação de estar em um carro maior, como a Chevrolet Spin. Além disso, a posição da maçaneta interna é extremamente incômoda. 

O acabamento é simples, mas bem montado. Não há rebarbas ou peças soltas. Algo que é constantemente elogiado no Onix é o painel digital, de série em todas as versões. Apesar de simples, ele proporciona boa leitura da velocidade, evitando que o condutor seja multado, por exemplo. Uma das falhas está na quantidade de porta-objetos. São poucos no console central e os vãos das portas são rasos, cabendo poucos objetos. 

O espaço não é dos maiores, quatro adultos viajam tranquilo, o quinto elemento certamente irá apertado no meio do banco traseiro. O banco dianteiro poderia ser um pouco mais largo e espesso para oferecer mais conforto. O porta-malas é compatível com a categoria, mas leva apenas 289 litros. 

EQUIPAMENTOS E TECNOLOGIA

Conforme os anos foram passando, a Chevrolet foi melhorando o nível de equipamento do Onix. Exceção aos primeiros, nas versões mais básicas, em que o ar-condicionado não era ofertado nem como item opcional. No geral, é fácil encontrar versões com central multimídia, sensor de estacionamento ou câmera de ré. Entre os itens de série, há o painel digital já citado, além dos freios ABS e duplo airbag. 

Um grande vacilo na história do Onix, antes dessa nova geração, foi nunca ter oferecido itens como controles eletrônicos de tração e estabilidade, mesmo nas versões mais caras, como é comum acontecer no Brasil. Isso, somado à falta de barra de proteção lateral, levaram o compacto a levar nota zero em segurança em 2018. Poucos meses depois a GM reforçou o modelo e conseguiu tirar três estrelas. 

PRÓS E CONTRAS
Vantagens Desvantagens
Econômico Posição de dirigir
Manutenção simples Itens de segurança
Confortável Motores defasados
Bem equipado Espaço interno
Câmbio automático Versão de entrada pelada
QUAL VERSÃO COMPRAR?

A configuração mais barata disponível é a LS 2013, que tem preço médio de R$ 29 mil no exclusivo sistema KBB. Apesar disso, não recomendamos esse versão por não contar nem com ar-condicionado. Acreditamos que o melhor a se fazer é definir um teto de preço, neste caso, optamos por R$ 40 mil. Afinal, por R$ 49 mil, pouco mais de 20% de diferença, já é possível comprar uma unidade da nova geração. 

Na faixa dos R$ 40 mil são duas as versões que mais chamam a atenção. A primeira delas é se você fazer questão do visual mais atual, presente no Joy, trata-se do LT 1.0 2018 com câmbio manual. O preço médio dessa configuração é de R$ 39.124. Aliás, como mostramos recentemente em vídeo, o LT 1.0 é o que menos desvaloriza na gama Onix. 

De série há: chave canivete com funções remotas para travamento das quatro portas, fechamento dos vidros dianteiros e abertura do porta-malas; travas elétricas; ar-condicionado; vidros elétricos dianteiros com função um-toque e antiesmagamento; banco do motorista com regulagem de altura; e quadro de instrumentos com computador de bordo digital (ainda que apenas com informações de odômetro e trajeto parcial). Procurando um pouco mais encontra versões com o MyLink 2 á instalado, ele faz parte do pacote opcional que engloba ainda volante multifuncional e sistema OnStar "Portect" (que inclui travamento de portas, luzes e buzinas via aplicativo, monitoramento de rota e chamadas de emergência por app ou por um botão no próprio veículo). Lembre-se que atualmente o OnStar é um serviço pago separadamente. 

Por fim, se você está mais preocupado com o conforto e não quer de maneira alguma passar de marcha, recomendamos volta rum pouco no tempo e escolher o Onix LTZ AT 2014. O preço médio da KBB é de R$ 40.200. Neste caso, o motor é 1.4 e o câmbio é automático de seis marchas. Apesar de contar com itens similares ao do LT 1.0 acima, o LTZ tem o sistema mais antigo, portanto, não é possível espelhar o celular. 

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