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Guia de compra KBB: Fiat Argo

De olho em um Argo usado? Listamos as principais vantagens e desvantagens dele para você

O Guia de Compra Kelley Blue Book trará hoje um veículo praticamente novo, que ainda não recebeu mudanças, mas que ainda assim vale mais do que um 0 km. Trata-se do Fiat Argo. O hatch foi lançado em 2017 já como modelo 2018, mas de lá pra cá teve alterações em equipamentos, o que torna as versões mais recentes piores em custo-benefício. 

O Guia de Compra KBB é um quadro periódico, onde apresentamos opções de compras no mercado de veículos brasileiros, relatando desde seu desempenho aos defeitos, sem esquecer de sugerir qual versão comprar. Por aqui passaram o Peugeot 208, Chevrolet Onix, Jeep Renegade, Honda Fit, Hyundai HB20 e outros. Está pensando em comprar um Argo? Confira nossas impressões e relatos:

DESEMPENHO

CONFORTO INTERNO

EQUIPAMENTOS E TECNOLOGIA

PRÓS E CONTRAS

QUAL VERSÃO COMPRAR?

DESEMPENHO

O consumidor médio tende a acreditar que o motor maior é o melhor. Se fosse assim, o motor 1.8 E.torQ  139 cv a 5.750 rpm e de 19,3 kgfm a 3.750 rpm seria a melhor opção, mas não é. Está longe de ter um desempenho ruim, mas o consumo de combustível é alto, além de se tratar de um projeto antigo, como nível de ruído bem considerável. A grande vantagem aqui está no fato de ser o único motor conectado a um câmbio automático com conversor de torque. 

Confira o preço KBB de todas as versões do Fiat Argo

A melhor configuração é a 1.3 com motor de quatro cilindros com 109 cv e 14,2 kgfm. Apesar dos números consideravelmente menores que o 1.8, o funcionamento no geral do motoro Firefly é melhor. O desempenho é pouco inferior em relação ao mais potente (cerca de 1,5 segundo no 0 a 100 km/h). No entanto, o motor menor é consideravelmente mais econômico, além de mais esperto em rotações ais baixas. 

Há ainda o 1.0 Firefly de três cilindros com 77 cv e 10,9 kgfm de torque. Neste caso, a grande vantagem, sem dúvidas, está na economia de combustível. No entanto, o uso em estrada é mais restrito, faltando desempenho nas rotações mais altas.

CONFORTO INTERNO

O Argo tem boa posição de dirigir, as mudanças na plataforma herdada do Punto garantiram uma posição mais baixa. É fácil se encontrar dentro do Argo, tanto levantando o banco como ajustando a coluna de direção (só em altura nas versões mais baratas). Os comandos no volante também facilitam a vida. Há uma quantidade razoável de porta-objetos, sendo que o principal é o das portas. No entanto, no console central há um bom espaço. 

O painel de instrumentos tem boa visibilidade, mas é uma pena que a versão com tela maior não esteja disponível nem como opcional nas versões mais baratas. A posição do USB é um pouco incômoda, facilmente enrolamos o fio do smartphone na alavanca do câmbio. 

Outro ponto alto do Argo é o acabamento. Apesar de não usar materiais macios, sendo dominado por plásticos rígidos, eles são bem montados, possuem texturas diferentes e o design do interior também é bonito. As três saídas de ar-condicionado no centro do painel ajudam a resfriar mais rapidamente a cabine. 

A suspensão também é elogiável. Em geral, comparando com a gama Fiat, ela é mais firme, no entanto, garante boa estabilidade e filtra bem todos os buracos das ruas brasileiras. 

EQUIPAMENTOS E TECNOLOGIA

Aqui está um dos motivos pelos quais as versões 2018 são atraentes: a central multimídia Uconnect de sete polegadas. Ela era item a partir da 1.3 Drive e opcional nas versões 1.0. Em 2019, a marca trocou pela central de 9 polegadas, sem Android Auto e Apple CarPlay. Na linha 2020 ambas viraram opcionais. 

De série, o Argo vinha com direção elétrica progressiva, ar-condicionado, quadro de instrumentos com tela central, banco do motorista com ajuste de altura, cintos de segurança retráteis de três pontos para todos os ocupantes, sistema start/stop, Isofix, travas elétricas e vidros dianteiros com acionamento elétrico. 

No mercado de usados dá para encontrar versões básicas com todos os opcionais, que adicionam a central, volante multifuncional, retrovisores elétricos com tilt down, vidros elétricos traseiros, sensores de estacionamento traseira e câmera de ré. 

As versões mais completas contam com ar-condicionado automático digital, rebatimento dos retrovisores, sensor de chuva, sensor de luminosidade, retrovisor interno antiofuscante, chave presencial, airbags laterais e rodas de 16 polegadas.

PRÓS E CONTRAS
Vantagens Desvantagens
Espaço interno Câmbio automatizado 
Dirigibilidade Motor 1.8
Economia de combustível  Ruídos
Acabamento Start&Stop
Central de 7 polegadas Itens de segurança
QUAL VERSÃO COMPRAR?

Como falamos acima, a configuração mais interessante é a 1.3 Drive com câmbio manual, esqueça a tentação do GSR. O preço de 0 km atualmente é de R$ 54.590, menos de R$ 1.000 de diferença para o preço de lançamento, que era de R$ 53.900. No entanto, o preço médio de um 2018 com menos de 40 mil quilômetros rodados, o preço é de R$ 46.142. Uma diferença de mais de R$ 8 mil para um carro mais equipado. 

Se ainda estiver fora do seu orçamento, dá para encontrar unidades do Argo 1.0 com preço na casa dos R$ 35 mil com particular, uma diferença considerável para os R$ 49.590 pedidos pela Fiat em uma unidade 0 km. Você pode consultar os preços de todas as versões e ano-modelo em nossa ferramenta de preços.

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