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Como foi 2017 para a indústria automotiva brasileira, segundo a Anfavea

Entidade ressalta o crescimento de híbridos e elétricos, como a KBB já havia mencionado, e também de SUVs


Dezembro fechou com chave de ouro o que a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) já pode chamar de um bom ano. Com média diária de 10.631 unidades, a melhor do ano, a entidade comemora um crescimento total de 9,2% nas vendas internas e um aumento de 25,2% na produção de automóveis, que ficou em 2,7 milhões de unidades. Amplamente ajudado pelas exportações, que bateram 776 mil unidades, recorde histórico, que representa um crescimento de 46,5%. Considerando que o mercado não crescia desde 2012, são números a comemorar. Para 2018, a entidade prevê um crescimento de 11,7%, sendo 11,3% só em veículos leves. As exportações devem chegar a 800 mil unidades, com produção de 3,055 milhões de carros.

 

Além destes números, a Anfavea também ressaltou dois números: o crescimento de 37% nas vendas dos SUVs e a evolução nas vendas de modelos elétricos e híbridos, algo que a KBB já havia reportado em meados de dezembro. Foram vendidas 3.296 unidades de modelos deste tipo mesmo sem estímulos econômicos e com impostos muito mais altos do que os praticados para veículos comuns, algo que deve inclusive ser tratado pelo governo em uma medida provisória prevista para sair nos próximos dias. Pelo que se fala, a MP apenas nivelará as coisas para os elétricos. Em outras partes do mundo, há estímulo para suas vendas, com belos descontos nos impostos.

 

 

 

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