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Vale a pena comprar um carro que está prestes a mudar de geração?

KBB Brasil explica qual é o impacto das gerações nos preços dos carros novos e usados

Quando algum modelo está perto de ser renovado é comum vermos cada vez mais ofertas com condições diferenciadas de financiamento, versões especiais ou limitadas entre outras estratégias para despertar o interesse do consumidor e, assim, ajudar a liquidar o estoque para dar lugar à nova geração que se aproxima. Mas será que vale mesmo a pena adquirir um carro que está prestes a se desatualizar? A KBB Brasil pode responder esta questão sob o ponto de vista mercadológico.

 

Afinal, o que é uma mudança de geração?

Para entendermos o impacto da mudança de geração de um modelo em seus preços é preciso primeiro esclarecer o que o mercado interpreta como a geração de um automóvel. Normalmente, o ciclo de vida de um carro dura entre 5 e 8 anos desde seu lançamento. Neste período, a fabricante costuma promover atualizações pontuais para manter o interesse do consumidor ao longo da geração, o que chamamos de "facelifts" ou atualização de meia-vida. São alterações sutis no design do carro, geralmente nas peças plásticas, ou adição de equipamentos que não implicam em custos exorbitantes na produção, tampouco aumentam demasiadamente o valor agregado do veículo. Ou seja, é aquele tapinha no para-choque, novas rodas, um novo sensor ou outra comodidade qualquer como novidades. 

Ao término do ciclo de vida previsto para o modelo, ocorre o que chamamos de mudança de geração. Tecnicamente, convencionou-se que esta mudança envolve a troca de plataforma do carro. Isto envolve alterações no processo de produção, adoção de materiais mais nobres na arquitetura do carro e mudanças no design em partes mais caras, como o formato das portas, que envolve estamparia (um dos procedimentos mais caros de se adaptar à nova geração do carro). Isto é, as mudanças de geração acontecem quando há um investimento bem mais significativo das empresas do que o dedicado às atualizações de meia-vida. 

Toyota Corolla XEi teve seis gerações no Brasil desde 1999

Contudo, outras situações também podem caracterizar uma mudança de geração para o mercado, mesmo que não haja a troca de plataforma do carro. Por exemplo, quando uma fabricante atualiza a plataforma de determinado modelo de maneira significativa (como a Fiat fez para lançar o Argo, por exemplo, que utiliza uma versão renovada da plataforma original do Palio) ou quando há troca de motor e/ou um incremento muito relevante de equipamentos no carro (sobretudo referente à segurança) que faz com que seu valor agregado se eleve acima do esperado para um facelift são condições que habilitam o mercado a tratar a atualização como a troca de geração pelo impacto que tais mudanças geram nos preços do modelo.

Para responder a pergunta que fizemos no título desta matéria, nós preparamos um capítulo da nossa série Livrão KBB no Youtube utilizando como exemplo a vida do Toyota Corolla XEi (versão mais popular do modelo) no Brasil, desde quando ele começou a ser fabricado por aqui, em 1999, para explicar como cada mudança de geração do sedã afetou os preços dos modelos que passaram a estar desatualizados no mercado. Se quiser ir direto ao ponto, comece o vídeo aos 3:25 minutos. 

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