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Guia de compra KBB: Toyota Corolla

De olho em um Corolla seminovo? Listamos as principais vantagens e desvantagens dele para você

Nós da Kelley Blue Book Brasil já apresentamos três modelos no Guia de compra KBB: Onix, HB20 e Renegade. Seguindo o cronograma de falar dos líderes e de outros modelos que se destacam, escolhemos o Toyota Corolla para ser a atração dessa vez. Como de costume, falaremos a respeito da geração anterior, porém, você também pode consultar a desvalorização de outras gerações.

Vale ressaltar que o intuito do Guia de compra KBB não é ser uma avaliação de uma versão apenas, mas sim uma análise a respeito do histórico do modelo, considerando desde seu desempenho ao comportamento no mercado de usados. Confira agora todos os predicados que podem fazer você optar ou não pela compra de um Corolla da 11ª geração. 

DESEMPENHO

CONFORTO INTERNO

EQUIPAMENTOS E TECNOLOGIA

PRÓS E CONTRAS

QUAL VERSÃO COMPRAR?

DESEMPENHO

Assim como a atual geração, o Corolla anterior oferece duas opções de motorização, mas obviamente sem adotar um conjunto híbrido. A configuração de entrada, GLi, usa o motor 1.8 com 139 cv quando abastecido com gasolina e 144 cv quando utilizado etanol, o pico de potência é sempre em 6.000 rpm. O torque é de 17,7 kgfm e 18,6 kgfm nos respectivos combustíveis, enquanto a entrega total acontece em 4.800 rpm. O câmbio é automático do tipo CVT com simulação de sete marchas. 

A segunda opção, presente na XEi, XRS e Altis é o 2.0 com 143 cv na gasolina e 154 cv no etanol, com pico de potência em 5.800 rpm. O torque máximo aparece em 4.800 rpm, sendo que o combustível fóssil entrega 19,4 kgfm de força contra 20,7 kgfm do combustível vegetal. O câmbio também é automático do tipo CVT com simulação de sete marchas. Em ambos os casos a tração é dianteira. 

Obviamente, as versões com motor 2.0 entregam mais desempenho, mas não pense que o 1.8 faz feio, especialmente na cidade. O propulsor menor ainda leva vantagem no consumo de combustível. No entanto, vale lembrar que o foco do Corolla é ser confortável a todos os ocupantes e não entregar um desempenho empolgante. 

CONSUMO

Toyota Corolla 1.8 flex AT
Consumo etanol
Urbano: 7,8 km/l
Rodoviário: 9,2 km/l
Média: 8,5 km/l

Consumo gasolina 
Urbano: 11,4 km/l
Rodoviário: 13,2 km/l
Média: 12,3 km/l

Toyota Corolla 2.0 flex AT
Consumo etanol
Urbano: 7,2 km/l
Rodoviário: 8,8 km/l
Média: 8,0 km/l

Consumo gasolina 
Urbano: 10,6 km/l
Rodoviário: 12,6 km/l
Média: 11,6 km/l

CONFORTO INTERNO

Como dito acima, o foco do Corolla é o conforto e isso ele entrega com maestria. A suspensão é bem acertada, garantindo que até os maiores desníveis e buracos sejam filtrados, não afetando os ocupantes do veículo. Apesar disso, não compromete em nada a estabilidade do modelo. 

No entanto, não espera vida fácil para colocar todos seus objetos dentro do carro. É especialmente difícil achar um lugar para o smartphone, que estão cada vez maiores. Há poucos porta-objetos, sendo que o principal é o baú entre os bancos. Além dele, só um pequeno espaço na frente da alavanca de câmbio, um porta-copos duplo e o espaço das portas, que não é dos mais profundos.

Porém, o espaço é mais do que suficiente. Todos os cinco ocupantes conseguem viajar tranquilos, com sobras especialmente para os joelhos. No caso do motorista, os ajustes dos bancos e volante garantem encontrar uma boa posição para guiar. 

EQUIPAMENTOS E TECNOLOGIA

Os equipamentos sempre foram o pé de aquiles do Corolla, especialmente em relação aos rivais, mas não é para se desconsiderar. Na versão GLi, por exemplo, já há cinco airbags (frontais, laterais e joelho do motorista), rodas de liga leve, chave canivete, volante multifuncional, faróis de neblina e os indispensáveis ar-condicionado, vidros,travas e retrovisores elétricos. 

Porém, mesmo nas mais caras, como a Altis, que tem a presença de airbags de cortina, bancos de couro, faróis baixos com LED, ajuste elétrico do banco do motorista e outros, a central multimídia é decepcionante. Não há conexão com os principais sistemas de smartphones e sua operação é lenta e pouco intuitiva. Ainda que conte com TV digital e GPS, perde feio para os rivais.  

Um dos poucos defeitos está presente no acabamento, que é um pouco simples demais para o segmento, especialmente na configuração de entrada. No entanto, em geral, o público do Corolla busca um carro confiável, uma boa rede de atendimento e liquidez na hora da revenda, caracaterísticas que a Toyota conseguiu alcançar ao longo dos anos no Brasil. 

PRÓS E CONTRAS
Vantagens Desvantagens
Espaço Nível de equipamentos
Liquidez Conectividade
Conforto Poucos porta-objetos
Rede de autorizadas  Modulação dos freios
Dirigibilidade Acabamento
QUAL VERSÃO COMPRAR?

Por R$ 70 mil você já consegue levar um Corolla da linha 2019 para caso. Obviamente estamos falando da configuração de entrada, GLi com bancos de tecido. Se você quer um pouco mais de requinte, bancos de couro e outros mimos, dá para manter o motor 1.8 e escolher a GLi Upper, que varia entre R$ 78.408 e R$ 82.992 na mão dos particulares, segundo a ferramente de preços da KBB. 

Porém, pelo preço médio da versão GLi Upper, sugerimos partir para a XEi, que adiciona itens como bancos de couro cinza, piloto automático, retrovisor fotocrômico, ar digital e uma central multimídia com tela sensível ao toque de 6,1 polegadas com Bluetooth, entrada auxiliar, USB, GPS, TV digital e câmera de ré. O preço, em média, é de R$ 88.318 segundo nossa ferramenta, mas é possível encontrar por R$ 85 mil. Já a completona Altis é bem valorizada e seu preço médio está acima dos R$ 100 mil. 

AVALIAÇÃO TOYOTA COROLLA XRS

 

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